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Diário de Bordo Serra Negra: 08/07/2013

Dia 3 – Segunda-Feira

O dia amanhecera e não podíamos perder tempo. Este era o dia de volta para casa, mas nem por isso iríamos deixar de aproveitar o que a região ainda tinha a oferecer. Após o café da manhã, já com as baterias da câmera e do celular devidamente carregadas, parti para o momento fotografia, e para isso a localização do hotel proporcionava grandes privilégios, pois além de possuir uma grande área interna, com muita natureza, também permitia excelentes paisagens da cidade.

serra5Aproveitamos o finalzinho da diária e relaxamos na piscina aquecida, onde conhecemos um casal muito simpático ao qual ficamos a maior parte do tempo conversando. Já com o relógio quase batendo as doze badaladas, arrumamos as coisas e fizemos o checkout. Vale ressaltar que o Grande Hotel Serra Negra passou no teste e é de fato um lugar que quero voltar. O atendimento desde nossa chegada foi exemplar, além de ser bem completo, limpo e confortável. Definitivamente recomendo ele.

Saímos rumo a Rota dos Queijos e Vinhos de Serra Negra, mas como estávamos sem conexão, graças a Claro Brasil, tivemos um pouco de dificuldade para acharmos a tal rota, principalmente devido à via indicada não existir em mapa algum. Saímos do hotel com as indicações da recepcionista, pegamos um estradinha sensacional e nos deparamos com uma paisagem inesquecível, com fazendas rodeadas por belas montanhas. O caminho estava errado, levamos um tempo para ter certeza graças a falta de uma alma viva para perguntarmos, mas ainda assim o passeio valeu a pena.

Cruzamos a cidade em busca de indicações através das placas, sem muito sucesso. Parei em um boteco, no qual dois amigos, com seus copos de pinga nas mãos me deram a melhor orientação. Foi interessantes, eles estavam animados, mas foram exemplares quanto à orientação. Seguimos as dicas e voltamos a cruzar a cidade, localizando com certa facilidade o caminho certo.

Para quem for visitar a Rota dos Queijos e Vinhos de Serra Negra,  eles divulgam que fica na Rod. 105, mas a mesma não tem esse nome nos mapas, portanto, procure pela Rod. Dr. Rubens Pupo Pimentel e estará no caminho certo. Apesar de ser uma estrada, a mesma é muito precária, sendo toda de terra batida, com trechos em que somente é possível passar um veículo por vez. Para sorte dos futuros visitantes, a mesma está inteira em obras, o que em breve proporcionará uma experiência melhor.

Depois de muita poeira, uma camada grossa de terra sob a carroceria, alguns sustos e muita garra do possante, chegamos na Fazenda Chapadão. Nela tivemos uma excelente apresentação sobre a produção de gado, produção de queijos e cultivo do café. Ambos são especialidades da família. Acompanhamos a ordenha das vacas e o processo de secagem dos grãos de café. Experimentamos os queijos produzidos por lá e depois de um bom bate-papo partimos para a fazenda da família Carra, um pouco mais a frente. É claro que não poderíamos sair de mãos vazias e trouxemos alguns exemplares de queijos e café.

Ao chegar na fazenda da Família Carra, fomos recebidos muito bem e nos foi apresentada a história da família, vimos os produtos ali produzidos e partimos para degustação. Tudo era muito bom e eu recomendo. Os vinhos de tão saborosos, mal percebia-se o gosto do álcool. Infelizmente não poderíamos ficar mais pois a tarde já tinha passado de sua metade e ainda tínhamos um longo caminho pela frente.

Voltamos pela estradinha até a cidade para abastecer o carro e pegar a estrada. O valor combustível por lá não é dos melhores, portanto se puder, prefira abastecer em Amparo ou Morumgaba, pois é mais barato. Outra dica é não deixar para sacar dinheiro em postos de combustível ou qualquer outro lugar, pois eles não possuem caixas eletrônicos espalhados pela cidade. Se precisar sacar, terá que ir a uma agência do banco no centro, em horário comercial.

A volta para casa foi tranquila. Pegamos um pouco de movimento nas estradas, principalmente no Rodoanel e, ao entrar na Imigrantes nos deparamos com um forte chuva. Muito diferente do clima que havíamos nos deparado nos últimos dias. Depois de quatro horas de viagem, estávamos de volta ao lar, acompanhado das muitas lembranças deste passeio que, apesar de curto, foi muito agradável.

Dia 1: Sábado

Dia 2: Domingo

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