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A insanidade que nos cerca

Livro: Mentes Perigosas - O psicopata mora ao lado.Recentemente li o livro “Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado”, da psiquiatra Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, ao qual recomendo como um daqueles livros indispensáveis de sobrevivência.

A autora coloca de forma bem simples questões da ciência médica, nos deixando, a princípio, apreensivos, pois ao avançar em suas 194 páginas, nos deparamos com informações que nos faz, em alguns casos, ter medo de olhar para os lados e até sair às ruas.

Claro que o foco de seu estudo é muito claro, destrinchando o que se sabe serem os psicopatas e, quando estamos diantes desta palavra, o que nos vem a cabeça são aqueles casos bárbaros, envolvendo homicídios, abusos, dentre outras situações críticas, as quais mal podemos acreditar serem reais, mas e aqueles psicopatas que estão a nossa volta? Aqueles aos quais convivemos no dia a dia e, em alguns casos confiamos, muitas vezes sem saber, mais do que deveríamos?

Ao ler este livro tive certeza que estou cercado pela insanidade, nem sempre de um psicopata, mas… não dá para arriscar.

Comumente nos deparamos com pessoas em nossa vida, que se mostram duvidosas, e em muitos casos até perigosas, mas que inevitavelmente temos que conviver, é o caso de nossos “colegas” de trabalho.

Não é fácil conviver com pessoas desonestas, falsas e que buscam apenas sua própria satisfação, em detrimento aos demais, principalmente quando dependemos delas para conseguir o “nosso pão de cada dia”.

Infelizmente acredito que muitos de nós já convivemos com algumas dessas “pessoas”, com a insanidade peculiar aflorada, e não é fácil escapar de suas loucuras e, muito menos não ser influenciados por esta energia tão negativa, que tem como objetivo única e exclusivamente nos depreciar.

Assim, são leituras como estas fazem com que possamos nos armar contra estas insanidades, sejam individuais ou coletivas.

Claro que a melhor alternativa é ficarmos distantes destes seres, mas nem sempre é possível e, neste caso, o mais importante é os reconhecermos, e não nos deixarmos ser meros peões em seus joguinhos, mas definirmos nossa estratégia de combate/sobrevivência, tomando a frente e procurando, sem que percebam, que eles sejam os peões de nosso próprio jogo.

Leitores do bem, armai-vos!

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