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Diário de Férias: 25/11/2011

A noite não foi lá muito tranquila. Tive grande dificuldade em dormir, mas isso é normal, pois é raro eu conseguir dormir bem. Minha enxaqueca já deu as caras logo cedo, mas não me dei por vencido e tomei o remédio logo cedo para conseguir aproveitar o dia. Levantamos e fomos tomar o café do hotel. Foi bem fraquinho, mas deu para forrar o estômago.

Saímos do hotel as 9h, pegamos o carro, ligamos o GPS e rumamos para o Parque Tanguá. O Google Maps nos levou ao parque, mas errou a altura da entrada, porém conseguimos localizá-la facilmente. De cara nos deparamos com um grande portal, com um jardim e uma fonte por trás. Quando entramos nos demos conta do tamanho imenso das construções do local e também da natureza que o cercava. Este parque é fenomenal, com grandes jardins e paisagens maravilhosas. Há uma pedreira, construções em madeira sobre a água, várias escadarias, mirantes e um túnel com uma plataforma sob a água, além de uma queda d’água artificial, mas que causa um efeito impressionante. O passeio levou cerca de 2,5 horas. Uma dica é ir primeiro no túnel, pois caso contrário, ele ficará para o final e a subida para voltar ao estacionamento é muito pesada, principalmente para quem não é lá muito esportista.

Saímos de lá, ligamos o GPS e fomos para o Parque Tinguí. De cara não achamos o lugar. Haviam até algumas indicações, mas não vimos muita coisa interessante. De duas uma, ou deixamos passar algo ou definitivamente este parque não é bem um parque, como o Tanguá. Quando já estávamos achando que estávamos perdidos, nos deparamos com uma construção diferente. Paramos e fomos ver o que era.

Estávamos no Memorial Ucraniano, um lugar diferente, que lembra alguns filmes. É um lugar que merece atenção quando se vem a Curitiba, pois é bonito e com muita história. Nesta altura já desistimos de achar o parque Tinguí.

Saímos de lá e fomos ao bairro de Santa Felicidade. Como estávamos “meio” perdidos, acabamos chegando ao bairro sem passar pelo portal. Paramos na adega Durigan, um lugar fantástico. Além de arquitetonicamente incrível, era difícil sair de lá com tantos vinhos, queijos e demais produtos italianos e europeus, tudo de primeira. Claro, não consegui sair de lá de mãos abanando.

Depois atravessamos a rua e fomos na Casa dos Contos, um lugar simples, mas muito rico na história do bairro de Santa Felicidade, personagens do bairro e da cidade de Curitiba também. Aprendemos um pouco dessa história e já era hora do almoço, então resolvemos almoçar por ali, afinal, segundo os relatos, ali estão os melhores restaurantes de Curitiba.

Fomos ao restaurante Madalosso, na verdade ao “Velho Madalosso”, um excelente lugar para comer e conversar. O ambiente é muito bom e a comida de primeira linha. Provamos carnes, massas e dentre os acompanhamentos, uma salada de batata que estava fenomenal e, o melhor de tudo, a um preço justo. Saímos de lá e mal conseguíamos caminhar até o carro, por isso paramos em algumas lojinhas de artesanato e um boulevar que tinha próximo ao restaurante.

Quando conseguimos chegar no carro, ligamos mais uma vez nosso amigo GPS e rumamos à Torre Panorâmica de Telecomunicações da Oi. A vista de lá é estupenda, sendo possível ver a cidade de Curitiba inteira, em 360°. Vale a pena uma passada por lá, porém não há muito mais o que fazer. Ao sairmos de lá, devido ao sol de rachar que estava, paramos logo em frente e tomamos um caldo de cana bem gelado. Assim, nos refrescamos um pouco e partimos para conhecer o Bosque do Alemão.

Já no Bosque do Alemão, pudemos não apenas apreciar belas paisagens, como também acompanhar a trilha de João e Maria. Para quem gosta de natureza, vale muito a pena conhecer este lugar.

A tarde já estava acabando, mas ainda demos uma corridinha até a Ópera de Arame, uma excelente construção arquitetônica. Diferente, grandiosa e muito bonita. Além de conhecer o lugar, é possível imaginar os eventos e shows que já passaram por lá, juntamente com as muitas personalidades que por lá passaram. Pra variar, paramos nas lojinhas que tem na frente e novamente não saímos de mãos abanando. Vale a pena experimentar os sucos de uva e o licor de chocolate com pimenta.

Para fechar a noite, depois de uma passadinha no hotel, fomos ao famoso Bar Alemão. O lugar é muito descontraído, com mesas na rua de paralelepípedo. As opções tipicamente alemães são bem convidativas. Experimentamos um misto de petiscos e gostamos muito, além de não ser caro.

E assim fechamos mais uma noite em Curitiba.

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